ILHAS SELVAGENS

ILHAS SELVAGENS
Quinta Vila Passos, R. Alferes Veiga Pestana 15, 9054 – 505 Funchal
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ILHAS SELVAGENS
Detalhes
Atualizado em 12 abril 2017
Cagarra
Osga
Manta
Espécies Terrestres
O número total estimado de espécies e subespécies de invertebrados terrestres nas Ilhas Selvagens é de cerca de 219, sendo os artrópodes os maiores representantes destes registos (92%). O arquipélago das Ilhas Selvagens é claramente um hotspot de diversidade em número de espécies de artrópodes terrestres endémicos, com cerca de 44
taxa
individuais (espécies=39; subespécies=7). Um recente catálogo sobre os coleópteros das Ilhas Selvagens foi publicado, com 5 novos registos de espécies para esta área (incluindo uma nova espécie). Contudo, com base no declive acentuado da curva de descoberta cumulativa de novos
taxa
, o número atual de espécies e subespécies endémicas conhecidas é certamente uma pobre estimativa do seu número real. Relativamente aos moluscos terrestres, pelo menos 8
taxa
(espécies e subespécies) estão presentes nas Ilhas Selvagens, entre os quais uma espécie endémica
Theba macandrewiana
.
A fauna de vertebrados em ecossistemas insulares é normalmente composta por um pequeno número de taxa, com uma proporção considerável de endemismos. Este padrão geral também se observa no arquipélago das Ilhas Selvagens. Nestas ilhas, ocorrem 10 vertebrados terrestres, cujos 2 únicos répteis terrestres
Tarentola bischoffi
e
Teira dugesii selvagensis
presentes são exclusivos das Ilhas Selvagens. A fauna de vertebrados terrestres é caracterizada pela ausência de mamíferos nativos.
Um passariforme terrestre nidifica nas Ilhas Selvagens, o corre-caminhos
Anthus bertheloti bertheloti
, endémico da Macaronésia. Muitas outras aves visitam as Ilhas Selvagens ocasionalmente ou acidentalmente, principalmente no outono e na primavera.
Após a bem sucedida erradicação de coelhos e murganhos na Selvagem Grande, as Ilhas Selvagens tornaram-se o único arquipélago livre de mamíferos da Macaronésia (e do Atlântico Norte). A restrição da fauna de vertebrados terrestres à sua composição original de aves e répteis tem permitido o estudo científico de um tipo de ecossistema insular que era o mais comum ao nível mundial antes da invenção da navegação marítima por seres humanos. À medida que a sucessão ecológica continua e a ilha retorna à sua condição pristina, estes estudos (em curso) serão muito úteis para a descrição da linha de base das comunidades insulares, em comparação com as ilhas cujos ecossistemas são muito prejudicados devido à invasão de mamíferos.
Espécies Marinhas
O sistema litoral das Ilhas Selvagens é constituído por uma costa rochosa bastante exposta ao hidrodinamismo marinho. Na Selvagem Grande, predomina a costa rochosa com declive bastante acentuado enquanto na Selvagem Pequena e Ilhéu de Fora, prevalecem as plataformas rochosas existindo pequenas praias de areia branca. No mar adjacente destas ilhas, encontram-se alguns prolongamentos rochosos, pequenos ilhéus e uma grande quantidade de baixios.
Estudos recentes foram realizados no âmbito do M@rBis (Sistema de Informação para a Biodiversidade Marinha) (2010) e da National Geographic Society (2015). O principal objetivo deste esforço é a catalogação da biodiversidade marinha. A base de dados M@rbis inclui cerca de 15.000 registos de biodiversidade, dos quais pelo menos 100 são novos registos para a área. Eventualmente cerca de 20 espécies são novas espécies para a ciência, ainda não descritas. Os resultados preliminares destes estudos confirmam a presença de comunidades pristinas muito diversas, representativas dos habitats marinhos da Macaronésia.
Vários trabalhos têm sido publicados sobre a fauna marinha malacológica das Ilhas Selvagens, demonstrando que esta é uma zona bastante rica, preservada e com grande potencial nesta área de estudo, destacando-se a Expedição Selvagens 94. Durante esta expedição, foram recolhidas 115 espécies de moluscos marinhos, 32 das quais são espécies referenciadas pela primeira vez para as Ilhas Selvagens. Destas espécies, existem 32 em que as Ilhas Selvagens representam o limite de distribuição norte e 13 que representam o limite de distribuição sul. Em 2006, o número de registos de moluscos com presença confirmada nas Ilhas Selvagens é de 216 espécies. A campanha EMEPC/M@rBis/Selvagens 2010 descobriu outra série de novas espécies, que estão sendo estudadas atualmente. Como primeiro resultado, está a ser descrito o
gastrópode Adeuomphalus marbisensis
que, em conjunto com
Sticteulima lata
,
Alvania dijkstrai
,
Alvania freitasi
,
Alvania harrietae
,
Manzonia boucheti
e
Osilinus atratus selvagensis
, são
taxa
endémicos de moluscos marinhos das Ilhas Selvagens.
Em 2000, foi apresentado o primeiro catálogo de peixes litorais costeiros das Ilhas Selvagens, com um total de 60 espécies. Em consequência da missão científica EMEPC/M@rBis/Selvagens 2010, a informação disponível sobre a ictiofauna das Ilhas Selvagens foi atualizada, tendo acrescentado 29 novas espécies para as ilhas. Das 88 espécies assinaladas para as Ilhas Selvagens, 27% são características do oceano Atlântico oriental tropical, 10% das águas temperadas e 7% das águas subtropicais. 19% são espécies cosmopolitas e 14% anfiatlânticas. As Ilhas Selvagens são um exemplo de uma grande diversidade de espécies costeiras que ocorrem mesmo em áreas muito pequenas do Atlântico Nordeste. Comparadas com outros arquipélagos, a riqueza de espécies de peixes relatada para as Ilhas Selvagens é notável quando se considera que a área submersa com profundidades inferiores a 60 m é muito menor do que a disponível em arquipélagos de maior dimensão da Macaronésia.
A nível mundial existem 7 espécies de tartarugas marinhas. Destas, cinco espécies ocorrem na Madeira: uma na família Dermochelydae (
Dermochelys coriacea
) e quatro na família Cheloniidae (
Caretta caretta
,
Lepidochelys kempii
,
Eretmochelys imbricata
,
Chelonia mydas
). Nenhuma destas espécies reproduz-se em território nacional. Assim, somente a tartaruga-comum,
Caretta caretta
é considerada uma espécie visitante na Madeira segundo os critérios da UICN, as demais sendo ocasionais, ou seja pouco ou muito pouco frequentes. As praias de nidificação que contribuem para as tartarugas encontradas ao largo da Madeira situam-se nos EUA (Flórida e Carolinas), muito provavelmente em Cabo Verde e possívelmente um pequeno contributo do Mar Mediterrâneo. Após a eclosão dos ovos, os juvenis dirigem-se para o alto mar, permanecendo longe das costas os primeiros 6 a 9 anos da sua vida. Dada a importância da Madeira nesta fase vital, chamada fase juvenil pelágica ou oceânica, as Ilhas Selvagens também contribuem para a preservação da espécie.
As Ilhas Selvagens são uma das áreas de reprodução mais importantes para as aves marinhas da Macaronésia e do Atlântico Norte e estão classificadas como Área Importante para as Aves e Biodiversidade (IBA) no âmbito da BirdLife Internacional. A avifauna marinha nidificante destas ilhas é composta por 8 espécies. A colónia de cagarras
Calonectris borealis
constitui a colónia desta espécie com maior densidade em todo o mundo. Contudo é a colónia de calcamar
Pelagodroma marina
, aquela que atinge o número mais elevado nas Ilhas Selvagens, com um total superior a 80.000 casais reprodutores. A alma-negra
Bulweria bulwerii
, roque-de-castro
Hydrobates castro
e pintainho
Puffinus lherminieri baroli
, constituem as restantes aves marinhas que nidificam em números bastante significativos, todas elas de interesse comunitário.
Relativamente às aves marinhas costeiras, nas Ilhas Selvagens nidificam o garajau-comum
Sterna hirundo
e a gaivota-de-patas-amarelas
Larus michahellis atlantis
. O garajau-rosado,
Sterna dougallii
, espécie sob grande ameaça a nível mundial, para qual existem registos de nidificação em pequeno número no Ilhéu de Fora, não tem sido detetada a nidificar nos estudos mais recentes. O garajau-de-dorso-preto,
Ornychoprion fuscatus
, já foi detetado a nidificar na Selvagem Pequena. No entanto, esta nidificação tem tido caráter esporádico e não regular, pelo que a espécie continua a ser considerada apenas como ocasional nestas ilhas. As aves marinhas aqui referidas, com exceção da gaivota-de-patas-amarelas, são espécies migratórias, aparecendo nestas ilhas apenas durante o seu período reprodutivo. Tal como acontece com as aves terrestres, muitas outras espécies de aves marinhas visitam ocasionalmente as Ilhas Selvagens, sobretudo no Outono e no Inverno.
Um total de 9 espécies de cetáceos estão registadas nas águas das Ilhas Selvagens, algumas com estatuto de conservação ao nível mundial de "Vulnerável" ou "Ameaçada" de acordo com a lista de espécies ameaçadas da UICN. Estudos realizados em 1993, foram registadas a baleia-comum
Balaenoptera physalus
, cachalote
Physeter macrocephalus
, golfinho-roaz
Tursiops truncatus
e golfinho-comum
Delphinus delphis
nestas águas. A equipa científica do Museu da Baleia da Madeira observou, durante uma campanha de mar sistemática realizada nestas ilhas em agosto de 2002, golfinho-roaz
Tursiops truncatus
, baleia-piloto-tropical
Globicephala macrorhynchus
, golfinho-malhado-do-atlântico
Stenella frontalis
, cachalote-pigmeu
Kogia breviceps
e uma espécie de baleia de bico não confirmada. Ao longo dos anos, têm sido registados avistamentos e arrojamentos de vários cetáceos, confirmando a presença de algumas das espécies acima mencionadas e acrescentando mais duas: uma baleia-sardinheira
Balaenoptera borealis
foi reportada arrojada em 2005 pelos colaboradores da entidade gestora em exercício de funções nesta área protegida e uma baleia-de-bryde
Balaenoptera edeni
foi filmada pela equipa da National Geographic em 2015, enquanto filmava o documentário "Pristine Seas" nas Ilhas Selvagens. Provavelmente, muitas outras espécies de cetáceos utilizem o mar das Ilhas Selvagens, considerando que, ao norte, as ilhas do arquipélago da Madeira (Madeira, Desertas e Porto Santo) apresentam registos de 29 espécies de cetáceos e, a sul, as ilhas Canárias apresentam registo de um número idêntico de espécies. Os poucos estudos realizados nas Ilhas Selvagens sobre cetáceos, com uma cobertura sazonal muito limitada, justificam este registo mais baixo do que o esperado de espécies de cetáceos. Da posição geográfica subtropical das Ilhas Selvagens resulta ser o limite da faixa de distribuição norte de muitas espécies de cetáceos oceânicos tropicais e o limite sul de espécies de latitudes mais temperadas.
O meio marinho destas ilhas fica caraterizado pelas suas águas límpidas, onde guarda uma fauna abundante e diversificada (
Relatório científico da National Geographic
).
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Caça
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Licença/Avisos/Despachos/Editais
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Silvopastorícia
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Percursos Pedestres Classificados
Percursos Pedestres Classificados
Painéis dos Percursos
FAQ's - Taxas - Percursos Pedestres Classificados
Frequently asked questions - Fees - Classified Walking Routes
Questions fréquemment posées - Tarifs - Itinéraires pédestres classés
Häufig gestellte Fragen - Gebühren - Kategorisierte Wanderwege
Preguntas frecuentes - Tarifas - Rutas de senderismo clasificadas
Sinalização dos Percursos
Precauções e Conselhos aos Pedestrianistas
Parques Florestais e Áreas de Recreio e Lazer
Parque Florestal do Chão dos Louros
Parque Florestal das Feiteiras
Parque Florestal do Pico das Pedras
Parque Florestal do Montado do Pereiro
Parque Florestal das Queimadas
Casa das Queimadas
Parque Florestal do Ribeiro Frio
Parque Florestal dos Salões
Casas de Abrigo
Informação Casa de Abrigo
Casa de Abrigo da Rocha do Navio
Casa de Abrigo das Sorveiras
Casa da Abrigo do Cedro – Montado do Pereiro
Casa do Pico das Pedras
Casa do Lombo do Mouro
Casa anexa do Lombo do Mouro
Marcação
Acampamento
Áreas Florestais
Área protegida da Ponta de São Lourenço
BTT
Todo o Terreno
Canyoning
Escalada
Coasteering
Observação Vertebrados Marinhos
Regulamento da Atividade de Observação de Vertebrados Marinhos na RAM
Edital
Legislação
Requerimentos
Registos
Anexos
Atividades Subaquáticas
Legislação
Jardim Botânico/Quintas/Jardins
Jardim Botânico da Madeira / Eng.º Rui Vieira
Informação ao Visitante
No Jardim
Herbário
Banco de Sementes
Jardins
Jardim do Garajau
Jardim das Madalenas
Jardim do Amparo
Jardim de Santa Luzia
Jardim do Núcleo dos Dragoeiros das Neves
Quintas
Quinta Nova Avenida
Quinta Vigia
Quinta Vila Passos
Quinta do Santo da Serra
Quinta das Cruzes
Legislação
Projetos UE
MADEIRA 2030
M2030-FSE+-01395600 - Formação para Vigilantes da Natureza
PRODERAM 2020
Informação Geral
Planos de Gestão Florestal
Intervenção em área de RN2000 afetada por incêndios no Pico dos Esteios
Beneficiação e recuperação da rede de percursos pedestres no Rabaçal
Construção de infraestruturas para a criação de coelho bravo em cativeiro na ilha da Madeira e Porto Santo e beneficiação do centro cinegético da casa velha.
Limpeza de espécies infestantes e reconversão do Coberto Vegetal do Montado da Esperança
Recuperação e sinalização de zonas de lazer e de percursos pedestres recomendados na RAM
Limpeza e controlo de espécies invasoras e beneficiação do coberto vegetal das Cruzes de Baixo/Lamerinhas
Limpeza e controlo de espécies invasoras na Terra Chã
Instalação da Rede Hídrica no Caminho dos Pretos
Faixa de Gestão de combustíveis em 32,18 hectares ao Caminho dos Pretos
Aquisição de equipamentos de apoio à gestão Florestal - Prevenção de Incêndios
Investimento Florestal para Aquisição de Equipamento de Corte de Vegetação e Estilhaçamento de Despojos Vegetais
Conservação dos Recursos Genéticos na Madeira
Beneficiação do Viveiro Florestal dos Salões (Porto Santo)
Intervenção Florestal Preventiva no Paul da Serra
Beneficiação do coberto vegetal do Paul da Serra - Estanquinhos
Plantas Exóticas Invasoras – Ações de divulgação e sensibilização para a problemática
Proteção do Ambiente e Gestão dos Espaços Naturais - Atividades de Demonstração/Ações de Informação para Melhor Desempenho dos ativos do setor
Formação para Guardas Florestais
Formação para Sapadores Florestais
Reconversão Florestal de uma área de 4,2 ha junto ao Caminho dos Pretos
Reconversão Paisagística do Curral dos Romeiros
Aquisição de Equipamentos e Infraestruturas do espaço Florestal no âmbito da defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI) nas Serras do Funchal e Perímetro Florestal do Poiso
Beneficiação das instalações de apoio ao pastoreio ordenado na Chão das Feiteiras
Criação de percursos pedestres de Grande Rota (GR)
FITOSSANIDADE (FITOFLORAM)
Deteção Precoce e Eliminação Rápida de Plantas Exóticas Invasoras - Capacitação da Equipa de Intervenção
Celebração do 25º Aniversário da Classificação da Laurissilva da Madeira como Património Mundial
Recuperação e Beneficiação do Percurso Pedestre da Vereda da Ponta de São Lourenço
Requalificação do PR1 -Vereda do Areeiro
Intervenção Florestal Preventiva junto ao Pico Castelo - Porto Santo
DFCI nos Perímetros Florestais do Porto Moniz e das Serras de S. Vicente, Ponta Delgada e Boaventura
Restauro Ecológico Pós Incêndio no Perímetro Florestal do Porto Moniz
Restauro Ecológico Pós Incêndio no Montado do Galhano
Recuperação Pós Incêndio do Pico da Urze e Áreas Limítrofes
Uso Múltiplo da Floresta - Utilização Pública do Montado da Esperança
Ecoparque do Funchal
MAR 2020
Informação Geral
Revitalização da Fauna e Flora Marinhas - Criação de Recife Artificial no Porto Santo
Criação de Recife Artificial no Parque Natural Marinho do Cabo Girão
MAC 2014-2020
Informação Geral
CDTECOTUR - Custódia do Território e Ecoturismo na Macaronésia
VALCONMAC - Projeto de Valorização e Conservação dos Recursos Florestais na Macaronésia
VOLRISKMAC - Fortalecimento das capacidades de I+D+i para a monitorização da atividade vulcânica na Macaronésia
LUMINAVES - Poluição luminosa e conservação nos arquipélagos da Macaronésia: redução dos efeitos nocivos da luz artificial sobre as populações de aves marinhas
INTERTAGUA - Interfaces Aquáticas Interativas para a deteção e visualização da megafauna marinha atlântica e de embarcações na Macaronésia usando marcadores radio-transmissores
VOLRISKMAC II - Fortalecimento das capacidades de I+D+i para o desenvolvimento da resiliência perante emergências vulcânicas na Macaronésia
Red GesFoGO - Red integral de prevención y Gestión de incendios Forestales mediante Georreferenciación en Observadores móviles
Projeto de cooperação abrangente para a melhoria do conhecimento, disseminação, conservação, gestão e uso do património florestal da Macaronésia (VALCONMAC2)
LIFE
Informação Geral
Projetos Financiados pelo Instrumento LIFE
Links de Interesse
MADEIRA 14-20
Informação Geral
Requalificação dos parques florestais das Queimadas e do Ribeiro Frio
Requalificação do Jardim Botânico da Madeira Eng.º Rui Vieira
Formação para Técnicos de Espaços Verdes
POSEUR
Informação Geral
INTER UM CPF - Veículos Operacionais de Proteção e Socorro - Redução de Incêndios Florestais na Região Autónoma da Madeira
PLANO DE RECUPERAÇÃO E RESILIÊNCIA
Projeto Digitalizar Florestas 4.0
Divulgação
Centros de Receção
Centro de Informação do Núcleo dos Dragoeiros das Neves
Centro Freira da Madeira Dr. Rui Silva
Centro de Receção Casa do Sardinha
Centro de Receção das Queimadas
Centro Florestal da Macaronésia
Centro de Receção do Rabaçal
Educação Ambiental
Programa 2025/2026
Ateliers Infantis
Palestras
Exposições Itinerantes
Visitas de Estudo
Geo LAB
Projeto: Vamos conhecer a flora da Madeira?
Ação de plantação e recuperação do habitat
Ação de controlo de invasoras
À busca das invasoras
Passatempo de Natal 2025
Campanha de Natal 2025
Projetos Educativos
Projeto educativo “Vamos conhecer a flora da Madeira?”
Projeto de Intervenção Educativa | CEC - “Conhece, explora e comunica sobre… Musschia isambertoi”
Projeto educativo “AO ENCONTRO DA OLIVEIRA-BRAVA”
Concurso de logotipos “3 plantas em perigo de extinção: Argyranthemum thalassophilum, Euphorbia anachoreta e Musschia isambertoi”
CONCURSO LOGÓTIPO | “Logótipo de um inseto endémico da Madeira em perigo de extinção: Deucalion oceanicum Wollaston”
Dia Internacional das Florestas
Passatempo
Passatempo de Natal
Passatempo geossítios
Levadas pela Música
Levadartes | Levadas em Miniatura
Campanha de Natal
Pequenos Artistas
Relatórios
EA 2023-2024
EA 2022-2023
EA 2021-2022
EA 2020-2021
EA 2019-2020
EA 2018-2019
EA 2017-2018
EA 2016-2017
EA 2015-2016
EA 2014-2015
EA 2013-2014
EA 2012-2013
Parceiros em Projeto
Serviço de Pediatria
Plantar o Futuro
Conservatório
Departamento de Design da UMa
Estabelecimento Prisional do Funchal
Projeto 2gether
Formação
Publicações
Boletim informativo
Livros
Publicações/Panfletos
Newsletter
Boas Práticas
Normas de conduta em espaços naturais
Normas de conduta antes e após um incêndio florestal
Normas de conduta em percursos pedestres recomendados
Guia de boas práticas no Maciço Montanhoso Oriental
Boas práticas na agricultura EcoCompatível
Boas práticas na pesca EcoCompatível
Boas práticas no turismo de natureza EcoCompatível
O projeto Life Eco-compatível
Ciência Cidadã
Plantas invasoras
Morcegos-detetores
Lobo-marinho
Aves marinhas
GelAvista
Lixo marinho
Eventos
2026
2025
2024-2022
2021-2019
2018-2016
2015-2012
Multimédia
Galeria de vídeos
Património natural, cultural e biodiversidade
Projetos de conservação e investigação
Educação ambiental e participação escolar
Prevenção de incêndios florestais
Spot de rádio
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