A Cor e o lirismo de Alberto Massuda - 100 anos | MON

A Cor e o lirismo de Alberto Massuda - 100 anos | MON
Em Cartaz
A Cor e o lirismo de Alberto Massuda
100 anos
Mais de 90 pinturas que retratam diversas fases da trajetória do artista Alberto Massuda (1925–2000) fazem parte da exposição “A cor e o lirismo de Alberto Massuda – 100 anos”, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer. Em cartaz na Sala 7 no MON, a mostra celebra o centenário desse artista que nasceu no Egito e escolheu o Paraná para viver e trabalhar. A curadoria da exposição é de Fernando Bini.
Artista
Alberto Massuda
Curadoria
Fernando Bini
Abertura
13 de novembro de 2025, 22h
Período em cartaz
De 14 de novembro de 2025
Até 26 de abril de 2026
Local
Sala 7
Planeje sua visita
SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO
Museu Oscar Niemeyer realiza exposição do artista Alberto Massuda
A exposição “A cor e o lirismo de Alberto Massuda – 100 anos”, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), será inaugurada no dia 13/11, às 19h, na Sala 7. São mais de 90 pinturas que retratam diversas fases da trajetória do artista (1925–2000), que nasceu no Egito e escolheu o Paraná para viver. A curadoria é de Fernando Bini.
“Celebrar o centenário de Alberto Massuda é também reconhecer a força transformadora da arte no Paraná", destaca Luciana Casagrande Pereira, secretária de Estado da Cultura. "Massuda foi um artista de alma inquieta e de intensa sensibilidade, que encontrou em Curitiba um território fértil para suas criações. Essa exposição enfatiza o papel do MON como guardião e difusor de trajetórias fundamentais da nossa história artística”, pontua.
“Massuda nos deixou um imenso legado. Temos aqui um significativo recorte, uma retrospectiva que nos permite voar no tempo, guiados pelas cores e traços poéticos do artista”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.
A exposição inicia com a sua produção no Cairo, percorre os primeiros anos no Brasil, apresenta a sua integração ao movimento artístico curitibano e chega aos últimos anos de sua produtiva trajetória, sempre com traços fortes e marcantes, característicos do conjunto de sua obra.
“A Sala 7 do MON cada vez mais se firma como um espaço destinado ao legado paranaense das artes visuais”, comenta Juliana. “Entendemos que os museus são espaços vivos e de conhecimento, que incrementam repertório e proporcionam experiências únicas a seus públicos. Possibilitar diálogos constantes entre a arte paranaense e os nossos visitantes é um dos objetivos do Museu”, diz.
Massuda iniciou nas artes muito jovem. “Depois de estudar na Escola de Belas Artes e na Faculdade de Pedagogia Artística da Universidade do Cairo, participou do Groupe de l’Art Contemporain, em sua cidade natal”, explica o curador da mostra. Bini informa também que Massuda fez parte de vários movimentos artísticos e exposições, entre elas, no Museu de Arte Moderna do Cairo (1948), na Bienal de Veneza, na Itália (1952), e na Bienal de Alexandria (1955), obtendo, nesta última, a Medalha de Bronze.
Mudou-se para o Brasil, instalando-se em Curitiba em 1958, quando participou ativamente do Movimento de Renovação das Artes Visuais. Em 1964, integrou o Grupo Um, ou GUM, formado junto a Érico da Silva, René Bittencourt, Álvaro Borges e Waldemar Roza.
“É impossível catalogá-lo em uma categoria; ele é o poeta da cor e do onirismo próximo a Marc Chagall, mas com a cor herdada de Henri Matisse. É o pintor das ninfas e das cariátides, da vida simples e ingênua impregnada pelas tradições acumuladas pela sua vivência, não sem angústias e mistérios”, diz o curador.
Massuda foi ainda professor de desenho e pintura na Casa Alfredo Andersen, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos e no Centro de Criatividade de Curitiba. “Ele fascinou seus alunos pela sua liberdade formal e cromática”, comenta Bini.
Imagens
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Foto: Ricardo Perini
Materiais da Exposição
Versão em áudio - Texto Curatorial
Versão em áudio - Texto Institucional
Versão em áudio - Poema Voar
A cor e o lirismo de Alberto Massuda no seu Centenário (1925–2000)
O pintor, poeta, desenhista e professor Alberto Massuda nasceu na cidade do Cairo, Egito, com o nome de Ibrahim Massouda, em 2 de janeiro de 1925, em uma família judia de classe média que lhe propiciou o impulso para as artes desde muito jovem. Depois de estudar na Escola de Belas Artes e na Faculdade de Pedagogia Artística da Universidade do Cairo, participou do Groupe de l’Art Contemporain nessa cidade.
Fez parte dos vários movimentos artísticos e de exposições, entre elas, no Museu de Arte Moderna do Cairo (1948), na Bienal de Veneza, na Itália (1952), e na Bienal de Alexandria (1955), obtendo, nessa última, a Medalha de Bronze.
Continuou os estudos em Roma, na Itália, frequentando o curso de Cenografia de Cinema para depois vir a Curitiba, no Brasil, em 1958, quando participou ativamente do Movimento de Renovação das Artes Visuais. Em 1964, integrou o Grupo Um, ou o GUM, formado junto com Érico da Silva, René Bittencourt, Álvaro Borges e Waldemar Roza.
É impossível catalogá-lo em uma categoria; ele é o poeta da cor e do onirismo próximo a Marc Chagall, mas com a cor herdada de Henri Matisse. É o pintor das ninfas e das cariátides, da vida simples e ingênua impregnada pelas tradições acumuladas pela sua vivência, não sem angústias e mistérios.
Foi professor de desenho e pintura na Casa Alfredo Andersen, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos e no Centro de Criatividade de Curitiba e fascinou seus alunos pela sua liberdade formal e cromática.
Alberto Massuda faleceu em Curitiba, em outubro de 2000.
Fernando A. F. Bini
Curador
Ao realizar a exposição “A cor e o lirismo de Alberto Massuda – 100 anos”, o Museu Oscar Niemeyer traz ao público a obra deste conceituado artista que escolheu o Paraná para viver.
Nascido no Egito há exatos 100 anos, Massuda nos deixou um imenso legado. Aqui temos um significativo recorte, organizado com a curadoria de Fernando Bini. Uma retrospectiva que nos permite voar no tempo, sem peso, guiados pelas cores e traços poéticos do artista.
A exposição inicia com a sua produção no Cairo, percorre os primeiros anos no Brasil, apresenta a sua integração ao movimento artístico curitibano e chega aos últimos anos de sua produtiva trajetória, sempre com traços fortes e marcantes, característicos do conjunto de sua obra.
O MON é o maior museu de arte da América Latina, com um acervo de 14 mil obras, e que se dedica a artes visuais, arquitetura e design, com ênfase em arte brasileira, em especial, arte paranaense. Esta tem sempre importantíssimo papel tanto no acervo quanto no calendário de exposições do MON e a realização desta mostra confirma tal vocação.
A Sala 7 do MON cada vez mais se firma como um espaço destinado ao legado paranaense das artes visuais. Entendemos que os museus são espaços vivos e de conhecimento, que incrementam repertório e proporcionam experiências únicas a seus públicos. Possibilitar diálogos constantes entre a arte paranaense e os nossos visitantes é um dos objetivos do Museu.
Juliana Vellozo Almeida Vosnika
Diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer
VOAR
Sou aquele pássaro que fala bonito
Sem ser o homem que muda o mundo
Com vontade louca de voar
Com liberdade
Com tamanha vontade
De voar
De voar
Voar mas não além do horizonte
Voar e ser o primeiro voador
Sem promessas
De atingir o céu…
(Alberto Massuda)
Exposição virtual
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Características da exposição
Estímulo Físico
Restrição de movimento
Estímulo Visual
Luz natural
Estímulo Visual
Luz intensa
Visite a exposição
Período em cartaz
Até 26 de abril de 2026
Local
Sala 7
MON
Acesso até as 17h30
Venda de ingressos
R$ 36 inteira
|
R$ 18 meia-entrada
Entrada gratuita toda quarta-feira
CONHEÇA NOSSA PROGRAMAÇÃO
Eventos, exposições e outras atividades no MON.
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Centro Cívico, Curitiba - PR
Terça a domingo
das 10h às 18h
acesso até as 17h30
Ingressos
R$ 36 inteira | R$ 18 meia-entrada
Entrada gratuita toda quarta-feira
e no último domingo do mês
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