CfP by Rodrigo Bonaldo
We warmly invite a diverse range of contributions to our upcoming special issue that equally aims... more We warmly invite a diverse range of contributions to our upcoming special issue that equally aims to put to scrutiny the workings of traditional human-centric historical narratives and venture into exploring holistic and relational alternatives for history. We particularly welcome approaches that integrate perspectives from environmental history, animal history, big history, deep history, the Anthropocene’s implications for reexamining human history, and insights from trans- and interdisciplinary fields, such as ecology, ethology, and science and technology studies (STS). We also encourage submissions that employ innovative methodologies for capturing non-human agency and reflect on the ethical considerations of anthropocentrism.
Papers by Rodrigo Bonaldo

Revista de Teoria da História, 2024
Este artigo explora a semântica dos tempos históricos usando Processamento de Linguagem Natural (... more Este artigo explora a semântica dos tempos históricos usando Processamento de Linguagem Natural (PLN). Desenvolvemos a família de modelos Woke (Word Embedding and Knowledge Model), utilizando algoritmos de vetorização de palavras como o Word2Vec, treinados em um corpus de teses e dissertações da Universidade Federal de Santa Catarina (2003-2024). Os modelos Woke-HST e Woke-CFH foram treinados especificamente em História e Ciências Humanas. Já os modelos Woke-UFSC foram expostos a 96,25% dos dados nativo digitais disponíveis no repositório de nossa universidade. O desenvolvimento envolveu coleta, pré-processamento, treinamento e validação dos dados, usando aprendizados micro-diacrônico, temporal e incremental para capturar variações semânticas ao longo do tempo. Os resultados preliminares mostram mudanças na estabilidade dos significados de conceitos como “raça”, “gênero” e “classe”. Apresentamos também SKINNER, um componente de IA explicável (XAI) que rastreia contextos linguísticos específicos, contribuindo para a transparência dos resultados. Concluímos que a captura completa de “espaços de experiência” requer modelos mais complexos e um corpus de dados mais amplo. O próximo passo do projeto é escalar os dados e usar modelos baseados na arquitetura Transformer para uma representação mais precisa dos conceitos históricos. Este trabalho é parte de um projeto interdisciplinar que busca contribuir para uma história digital teoricamente orientada que integre abordagens quantitativas e qualitativas, aliando erudição e análise de big data.

História (São Paulo), 2023
Este artigo analisa sistemas de inteligência artificial como agentes temporalizadores em uma hist... more Este artigo analisa sistemas de inteligência artificial como agentes temporalizadores em uma história mais do que humana. Engaja-se em uma discussão interdisciplinar abrangendo a sociologia dos algoritmos, a ética informacional e a filosofia da mente para, com base na teoria da história, avaliar como a onipresença da automação adiciona novas dimensões ao estudo da condição histórica contemporânea. O argumento diz que a temporalização artificial se origina da simulação da linguagem natural por meio de algoritmos de aprendizado. O artigo esclarece isso através de uma descrição em código e uma demonstração em imagem técnica, ilustrando a 'renderização' ou 'digitalização' de experiências humanas em padrões de dados, posteriormente replicados ou atualizados por agentes artificiais. Esse processo destaca a vetorização e manipulação estatística da experiência e representa o que denomino "computação necessária". Em contraste, o texto sugere que uma "computação contingente", capaz de produzir algo novo, transcende o mero discurso técnico. Assim, enfatiza-se o papel da ética e transparência na gestão de dados e no treinamento de sistemas de IA, cruciais para compreender a Inteligência Artificial como um campo histórico aberto a formas cognitivas potencialmente não-humanas.

History and Theory, 2023
No alvorecer do século XX, a história estava voltada para o futuro, como parte essencial do ideár... more No alvorecer do século XX, a história estava voltada para o futuro, como parte essencial do ideário político moderno. Entretanto, o século foi marcado por atos violentos em nome do progresso, abalando a percepção ocidental da mudança temporal e reorientando o foco para o presente. O projeto "Futuros Históricos", no qual este artigo está inserido, desafia essa visão, reintegrando o futuro ao discurso histórico, desta vez através de uma lente na qual a história não se limita a ser uma ciência “dos homens” no tempo. Este artigo explora a possibilidade da inteligência artificial ser um novo ente histórico e agente de uma narrativa expansiva, dialogando com concepções ameríndias de tempo. Através de um estudo comparativo, questionamos nossas previsões tecnológicas e reimaginamos a interação entre pensamentos ocidentais e ameríndios, buscando uma simetria intelectual. O objetivo é fomentar um intercâmbio cultural que valorize tanto a tecnologia quanto as tradições indígenas, propondo uma história em que a IA emerge como protagonista. Apresentamos a "história potencial" como meio de articular a temporalidade ameríndia e incitar um diálogo que reconheça a IA como um sujeito histórico legítimo.

Revista Brasileira de História , 2020
Entre os projetos colaborativos de acesso gratuito de organização do big data destaca-se a Wikipé... more Entre os projetos colaborativos de acesso gratuito de organização do big data destaca-se a Wikipédia, plataforma com ótimos resultados em buscadores que organiza e compila informações dispersas na rede, além de carregar, em seus verbetes, grande número de entradas dedicadas à história. A partir da experiência do projeto de extensão Teoria da História na Wikipédia, este artigo destaca o fenômeno da escrita da história nesta plataforma. Partimos do ponto de vista de que escrever a história em uma enciclopédia digital e colaborativa implica constantemente a negociação de autoridade. Por se tratar de uma história produzida com o público, transforma a orientação acadêmica em edição/curadoria social, provocando estranhamentos com relação às práticas acadêmicas correntes. Advogamos, enfim, pelo diálogo entre as regras da matriz disciplinar da escrita da história e os pilares do enciclopedismo digital, tais como expressos pela Wikipédia.

Estudos ibero-americanos , 2021
Este artigo busca discutir as práticas de divulgação científica e curadoria digital no projeto Te... more Este artigo busca discutir as práticas de divulgação científica e curadoria digital no projeto Teoria da História na Wikipédia. Desde 2018, um conjunto de usuários universitários vêm editando verbetes na Wikipédia lusófona tendo como objetivo geral qualificar as entradas da enciclopédia on-line no campo da Teoria da História. Na primeira parte do artigo sistematizamos a prática de edição de verbetes realizada pelo grupo e suas mudanças tendo em vista as dificuldades de seus participantes. Na segunda parte analisamos os verbetes da categoria Teoria da História e, através da noção de curadoria digital, formalizamos uma entrada para discutir a amplitude da Wikipédia como fonte de difusão do conhecimento. Por fim, apontamos alguns entraves a serem superados para que o projeto possa melhor executar a sua missão de divulgação do conhecimento histórico na Wikipédia.

AEDOS: REVISTA DO CORPO DISCENTE DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DA UFRGS, 2022
O objetivo deste artigo é apresentar e discutir três abordagens concorrentes para o estudo das re... more O objetivo deste artigo é apresentar e discutir três abordagens concorrentes para o estudo das relações entre história e distopia desde o problema da experiência do tempo. Buscamos com isso problematizar os modos pelos quais as narrativas distópicas conectam passado, presente e futuro, temporalizando o tempo. Passamos pelo exame das contribuições das teorias do presentismo (Hartog), do atualismo (Pereira; Araujo) e do futuro sem precedentes (Simon). O argumento que desenvolvemos dialoga com a hipótese que identifica a emergência de uma consciência histórica distópica no século XXI (Bentivoglio). Ao final, defendemos que a imaginação distópica pode ser compreendida em face à experiência de um tempo desorientado. Um tempo marcado pela emergência de efeitos de não-simultaneidade, os quais expressam o tensionamento da relação entre a história em si e o conceito de história, instigando a historiografia a se repensar tanto do ponto vista narrativo quanto do ponto de vista conceitual.

História da Historiografia , Aug 14, 2020
Este artigo interpreta o conceito de história em Alfonso X de Castela (séc. XIII) desde o ponto d... more Este artigo interpreta o conceito de história em Alfonso X de Castela (séc. XIII) desde o ponto de vista das expectativas relativas às apresentações de suas estorias nas cortes. Para tanto, aproxima a Estoria de España e a General Estoria da prática trovadoresca e do universo conceitual jurídico que a regulamenta na Segunda Partida. No nível teórico, a análise mobiliza um diálogo entre a história dos conceitos e os estudos de performance. O debate converge com respeito à centralidade das práticas corporais para a agência dos conceitos na vida material, o que indica: 1) a emergência politicamente orientada do presente no passado, via paralelos, e do passado no presente, via performance; e 2) a tensão entre história e poesia na composição de um discurso que se quer verdadeiro. Por fim, defende-se a importância da mobilização dos múltiplos sentidos do conceito de retraer para a compreensão da conexão entre a crise do reinado e a modificação semântica do conceito de história alfonsino.
Roda da Fortuna , 2019
A noção de scriptorium é aqui pensada enquanto lugar vicário do poder capaz de fixar enunciados v... more A noção de scriptorium é aqui pensada enquanto lugar vicário do poder capaz de fixar enunciados verdadeiros. Começa-se com a discussão do termo em busca de uma elaboração teórica. Articula-se ao debate a tópica da (re)produção da fides em seu avatar de "fé". Explora-se a relação entre rotas mediterrânicas e circulação de textos, associando a operacionalidade dos lugares de ordem a seu outro mundano; os monges copistas aos papeleiros e vendedores de pergaminhos. Estuda-se o entrelaçamento da rede de scriptoria e sua elevação à ordem institucional dirigida pela realeza. Por fim, questiona-se se a reprodução da crença nos reis já não buscaria vincular a fides em seu avatar de "fidelidade" (sacrifício) e a largueza (reparação) desde um modelo dadivoso baseado na educação secular das elites guerreiras.
Letras Clássicas, 2021
Este artigo questiona o credenciamento de informações não evidentes. Para tanto, problematizo o c... more Este artigo questiona o credenciamento de informações não evidentes. Para tanto, problematizo o conceito medieval de fides a partir da oscilação semântica entre fé e de fidelidade. Definido pelos medievais como saber do necessário mas não evidente, indago a produção da fides (crença) e a suspensão da descrença nas palavras e ações do rei autor Alfonso X de Castela (s. XIII). O argumento a ser explorado sustenta que a fidelidade ao rei dependia da transferência de sacralidade operada nesses dois movimentos, os quais nos levam a dois lugares concretos: o scriptorium e o palácio.

Tempo e Argumento , 2017
O que fabrica o jornalista quando escreve sobre história? Ao subverter a questão clássica de Mich... more O que fabrica o jornalista quando escreve sobre história? Ao subverter a questão clássica de Michel de Certeau, este artigo propõe contribuir para o debate sobre a relação da escrita da história com as amplas audiências. Ao focar em uma análise da principal obra de um dos mais célebres escritores não acadêmicos de livros de história no Brasil-Eduardo Bueno com sua coleção Terra Brasilis-propõe-se que, entre o trabalho do divulgador e a historiografia profissional, dispõe-se outro ponto de intersecção merecedor de atenção e que responde pelos critérios do "lugar social" do jornalista. É, portanto, a partir de um diálogo com tais referências que percebemos uma narrativa jornalística da história alheia aos mecanismos de mediação próprios da memória disciplinar da historiografia, o que carregaria em si implicações ideológicas derivadas de querelas do tempo presente.
Métis , 2009
Este artigo reflete sobre o fenômeno livros de história escritos por jornalistas. Para tanto, foc... more Este artigo reflete sobre o fenômeno livros de história escritos por jornalistas. Para tanto, foca-se um caso específico: a obra 1808..., de autoria de Laurentino Gomes. Compreende-se que a chamada "narrativa jornalística da história", desprovida das mediações metodológicas e conceituais que a linguagem acadêmica e a teoria da história propõem, cria uma representação do passado cujo compromisso estético está unicamente ligado à sensibilidade temporal e espacial do leitor. A impressão de realidade determinada por esse gênero textual baliza-se, portanto, de maneira bastante livre, em torno dos ensejos do presente.
Book Chapters by Rodrigo Bonaldo
Hoje, teoria da história , 2025
Neste texto, argumento que o verdadeiro valor dos modelos computacionais não está em sua perfeiçã... more Neste texto, argumento que o verdadeiro valor dos modelos computacionais não está em sua perfeição ou infalibilidade, mas na sua capacidade de nos levar a reavaliar a realidade ao falharem, transformando-se, a partir de sua negatividade, em agentes ativos no processo de produção de conhecimento.
Professional Historians in Public: Old and New Roles Revisited, ed. Berber Bevernage and Raphael Lutz (Berlin/Boston: the Gruyter), 271-295, 2023
Despite being frequently visited, Wikipedia continues to be a foreign land for most historians. M... more Despite being frequently visited, Wikipedia continues to be a foreign land for most historians. Managed by rules created by its user community, the free encyclopaedia presents a form of knowledge production based on collective writing, unfinished publishing, and validation practices by lay editors that are somewhat different from those carried out by scholars.
Luciano José Vianna (org). A História Medieval entre formação de professores e o ensino na educação básico no século XXI: experiências nacionais e internacionais. , 2021
Este capítulo tem como objetivo debater o potencial pedagógico da ferramenta Wiki na formação de ... more Este capítulo tem como objetivo debater o potencial pedagógico da ferramenta Wiki na formação de professores de história. Para isso, apresentamos o projeto de extensão Teoria da História na Wikipédia e, como estudo de caso, abordaremos o processo de editoração e reformulação do verbete Scriptorium. Ao final, argumentamos que a criação e reformulação de verbetes da Wikipédia abre possibilidades para o ensino de princípios da ética e da prática historiográficas.
Diálogos: Estudos sobre história e historiografia. Vol III, 2018
O capítulo discute as modalidades da crença nas histórias medievais a partir de episódios da cron... more O capítulo discute as modalidades da crença nas histórias medievais a partir de episódios da cronística e dos livros de linhagem. A hipótese acompanha o problema da secularização, identificando, no regime de verdade medieval, um movimento pendular que acompanha a dualidade do conceito de fides e suas modulações entre "fé" e "fidelidade" figuradas nas estrategias de fazer crer da escrita da história no medievo.
Ler Umberto Eco Hoje: Sentidos de uma Presença , 2018
O capítulo compartilha um exercício de leitura do romance Baudolino, do escritor Italiano Umberto... more O capítulo compartilha um exercício de leitura do romance Baudolino, do escritor Italiano Umberto Eco. Ao caçar o sentido de um misterioso título de uma palestra de Eco que não versou sobre o tema indicado, busca compreender de que forma as mentiras do protagonista do romance "produzem história". Um duplo percurso de análise e reflexão literária se apresenta: de um lado, o entendimento da obra como romance histórico e, de outro, sua narrativa como uma resposta atualista que visa revisitar o passado com ironia.
Ensino de História: usos do passado, memória e mídia, FGV Editora, 2014
O capítulo problematiza o surgimento de uma "narrativa jornalística da história" a partir do cont... more O capítulo problematiza o surgimento de uma "narrativa jornalística da história" a partir do contexto da comemoração dos 500 anos do descobrimento do Brasil. Discute as relações entre história, memória, passado e tempo presente na construção identitária e as relações entre carências de orientação no tempo e demandas por sínteses narrativas, tendo como estudo de caso a coleção "Terras Brasilis", de Eduardo Bueno.
Organização de dossiê / Special Issues by Rodrigo Bonaldo
![Research paper thumbnail of História global e digital: novos horizontes para a investigação histórica [Dossier Revista Esboços n. 27]](https://attachments.academia-assets.com/67491861/thumbnails/1.jpg)
Esboços, 2020
O propósito deste dossiê é reunir contribuições que permitam refletir sobre a relação entre a int... more O propósito deste dossiê é reunir contribuições que permitam refletir sobre a relação entre a internacionalização dos estudos históricos e o avanço das novas tecnologias na prática historiográfica. Partindo da relativa simultaneidade entre os dois processos mencionada acima, aceita-se contribuições que se enquadrem nos temas abaixo, para além de outros correlatos aos problemas propostos:
A relação entre as novas possibilidades de comunicação online e a formação de um meio historiográfico global;
Novas histórias sociais da tecnologia digital;
Projetos e iniciativas historiográficas que se utilizem das novas tecnologias para promover diálogos historiográficos internacionais;
Aproximações e distanciamentos entre contextos institucionais e/ou realidades acadêmicas diversas, separadas por fronteiras nacionais ou linguísticas;
Problematização das relações de (pós-)colonialidade no âmbito de projetos de digitalização e infraestrutura digital entre o Norte e o Sul globais;
Problemas teóricos tais como o estatuto da verdade no mundo digital (incluindo a chamada pós-verdade), o estatuto do documento histórico e a dinâmica da temporalidade levando-se em conta as mídias digitais.

História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, 2020
Nesta introdução, que apresenta o dossiê da revista História da Historiografia dedicado à Histori... more Nesta introdução, que apresenta o dossiê da revista História da Historiografia dedicado à Historiografia Medieval, buscamos problematizar o modo como a escrita da história na Idade Média foi conceituada pela sensibilidade histórica ocidental. Desde o século XVIII, com o surgimento do “regime de historicidade moderno” (HARTOG), a historiografia medieval tendeu a ser tratada como anacrônica, fantasiosa, desconcertantemente não confiável, se não essencialmente inexistente. Alternativamente, sugerimos que as representações medievais do passado se tornaram, aos olhos da razão ocidental, “passados subalternos” (CHAKRABARTY). Mas em que medida podemos falar de uma historiografia medieval? A decolonização é uma maneira de pluralizar a consciência histórica para além de um privilégio moderno e ocidental? Ou, por outro lado, inscrever os gêneros narrativos medievais sob o guarda-chuvas genérico de “historiografia” é manobra intelectual que apenas reforça o universalismo? As oito contribuições incluídas neste número da História da Historiografia apontam para possíveis soluções para esses questionamentos. Indo além desse cenário, oferecem um amplo inventário de gêneros e ferramentas analíticas consideradas úteis para enfrentar os desafios levantados pelo engajamento com os passados dos medievais. A diversidade de perspectivas também demonstra como o estudo das representações medievais do passado e seus usos no presente podem mobilizar e fazer coexistir a análise erudita das fontes com abordagens teoricamente orientadas.
Uploads
CfP by Rodrigo Bonaldo
Papers by Rodrigo Bonaldo
Book Chapters by Rodrigo Bonaldo
Organização de dossiê / Special Issues by Rodrigo Bonaldo
A relação entre as novas possibilidades de comunicação online e a formação de um meio historiográfico global;
Novas histórias sociais da tecnologia digital;
Projetos e iniciativas historiográficas que se utilizem das novas tecnologias para promover diálogos historiográficos internacionais;
Aproximações e distanciamentos entre contextos institucionais e/ou realidades acadêmicas diversas, separadas por fronteiras nacionais ou linguísticas;
Problematização das relações de (pós-)colonialidade no âmbito de projetos de digitalização e infraestrutura digital entre o Norte e o Sul globais;
Problemas teóricos tais como o estatuto da verdade no mundo digital (incluindo a chamada pós-verdade), o estatuto do documento histórico e a dinâmica da temporalidade levando-se em conta as mídias digitais.